Harry, pontapé inicial para 2 meses sem preocupações acadêmicas...

Há tempo para tudo nessa vida. E férias é tempo de ficar de pernas pro ar ou arrumar pendências... Claro que, depois de minhas férias forçadas devido à maldita tendinite (pareço até uma velha de 70, num corpinho de 20. Fina, não acham?!) não terei uma folga do trabalho tão cedo, mas só de pensar que posso encostar minha cabeça no travesseiro às 21h e dormir o sono dos justos (os injustos, ao que me consta, dormem até melhor desfrutando de seus mensalões) é lucro.
Bom, férias é tempo de pôr a leitura em dia e assistir a filmes que foram deixados na cabeceira em troca dos tediosos estudos dirigidos. Que me perdoe Vanessinha, mas os Lynch’s serão substituídos por Allen’s, para a alegria de André, pelo menos por enquanto. O páreo é duro, mas estamos de férias. Tempo de risadas histéricas e entretenimento nas tardes de domingo.
O respiro começou essa semana. Tratei logo de organizar a lista de filmes a ver e, mesmo não tendo visto os três filmes de Harry Potter anteriores ao Cálice, me atrevi a assistir esse último, depois de uma breve explicação sobre a história. Com Senhor dos Anéis aconteceu quase a mesma coisa. Não tinha visto nenhum e após muitos “você tem que ver, você tem quer ver... o filme é muito fopiiiiiiiiii”, me rendi e podem me apedrejar, mas não gostei. Já Harry, mesmo sendo a cara do “boca-murcha” Rafa da MTV, me conquistou... Ou foi o tal Cedrico? Que o Lu não me ouça, mas o menino era um pão. De qualquer forma, O Cálice de Fogo me fez ter vontade de ver os anteriores. Domingo até passou um deles no “s-besteira”. Mas o Cálice não é bom só pelos belos rostinhos, mas porque a história cresce junto com as crianças (e como elas crescem rápido), a maturidade é perceptível. E por incrível que pareça é mais assustador que Sin City, mesmo não sendo tão violento o lance da magia é uma coisa que não se controla, que não se mede... Quase escondi os olhos em algumas cenas... Que fiasco!
Uma coisa é certa. Já coloquei na minha lista de presentes natalinos: aquela pena e bloquinho mágicos da senhorita Rita Skeeter seriam tudo nessa vida. Imagina acompanhar a fala do entrevistado sem fazer nenhum esforço... Minha tendinite agradeceria.
Escrito por La Femme D'Argent às 08h02
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